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Carreiras que Oferecem Melhor Custo Benefício para os Profissionais

Conheça as dez carreiras mais promissoras da atualidade que garantem boa relação custo-benefício para os profissionais!

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Muitos estudantes consideram o nível salarial um fator determinante na escolha de uma carreira. Mas é importante lembrar que a relação custo-benefício de uma profissão não está ligada apenas ao salário.

Ela depende de outras variáveis, como: a quantidade de horas semanais que os profissionais precisam dedicar ao trabalho, as oportunidades de emprego oferecidas pelo mercado e a taxa de cobertura previdenciária de cada carreira, que equivale ao número de trabalhadores beneficiados pela Previdência Social.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) elaborou um ranking das carreiras com melhor custo-benefício no país, considerando diferentes variáveis.

Medicina está no topo da lista.

Confira as dez mais do ranking do IPEA e informações atualizadas sobre o mercado de cada uma delas!

1 – Medicina

Apesar de exigir jornadas longas de trabalho, com média de 42 horas semanais, os altos salários e a grande oferta de emprego na área de Medicina garantiram a primeira posição no ranking para esta carreira. A cobertura previdenciária é de 90,7%. Profissionais formados têm a maior média salarial do país, de R$ 6,9 mil. A taxa de ocupação também é a mais alta, chegando a 91,8%.

2 – Odontologia

Esta carreira tem a menor jornada semanal de trabalho entre as dez carreiras do ranking, com média de 37 horas. A taxa de empregabilidade é alta, chegando a 89,9%. O setor público absorve uma boa parte dos profissionais formados no Brasil. A remuneração da carreira está na sétima colocação, com média salarial de R$ 4,2 mil. A cobertura previdenciária é a menos expressiva, com 78,6%.

3 – Engenharia Civil

O Engenheiro Civil trabalha quase a mesma quantidade de horas que um médico, com uma jornada semanal de 41,7 horas.

Sua empregabilidade é a segunda maior da lista, com 90,1% de taxa de ocupação.

A média salarial da carreira é a terceira maior, R$ 4,6 mil. De acordo com uma pesquisa da Federação Nacional dos Engenheiros, o Brasil vai precisar de mais 300 mil profissionais formados até o final de 2015. Uma das maiores demandas é para Engenheiros Civis. A cobertura previdenciária está entre as menores da lista, chegando a 87,9%.

4 – Engenharia Mecânica e Metalúrgica

Este engenheiro trabalha 40,9 horas por semana, em média. A taxa de ocupação da carreira é alta, chegando a 89,17%, assim como a cobertura previdenciária, que alcança 90,5%.

As indústrias automobilística, da construção civil e de transformação estão em constante crescimento e geram muitos empregos para estes profissionais. A média salarial da carreira é a sexta da lista, com valor de R$ 4,2 mil.

5 – Transportes

Os profissionais do setor de transportes e logística têm a quarta maior média salarial da lista, R$ 4,4 mil. Os cursos nesta área são mais recentes e faltam profissionais qualificados para este setor atualmente, o que garante uma alta taxa de ocupação, de 89,1%. A cobertura previdenciária é a segunda maior da lista, com índice de 91,47%. A jornada semanal de trabalho está entre as mais altas, com média de 41,9 horas.

6 – Estatística

Profissionais da área de Estatística são responsáveis por informações essenciais ao crescimento dos negócios, por isso são cada vez mais valorizados.

A média salarial é de, R$ 5,4 mil. A jornada de trabalho está entre as mais curtas, chegando a 39 horas, em média e a taxa de profissionais empregados de 81,82%. A cobertura previdenciária chega a 89,7%.

7 – Engenharia Elétrica e Automação

O mercado está aquecido para estes profissionais em função do plano de expansão de energia do Governo Federal, que prevê investimentos de mais de R$ 210 bilhões no setor.

A média salarial nacional da carreira é de R$ 3,7 mil. A taxa de empregabilidade é alta, 88%, assim como a cobertura previdenciária, 90,9%. A média de horas trabalhadas por semana é de 41,7.

8 – Engenharia (Outros)

Há ramos específicos da Engenharia com grande crescimento da demanda por profissionais formados: Engenharia do Meio Ambiente, Engenharia de Petróleo e Gás, Engenharia de Produção e Engenharia Hospitalar estão entre os exemplos.

A média salarial da carreira é R$ 4,1 mil. A jornada semanal de trabalho é de 41 horas, em média. A taxa de cobertura previdenciária é de 89,4% e o índice de profissionais empregados chega a 85,7%.

9 – Setor Militar e de Defesa

Estes profissionais têm a maior jornada semanal de trabalho, segundo a pesquisa: 42,46 horas. Mas contam com a mais alta taxa de cobertura previdenciária, 97,15%, e média salarial de R$ 4,4 mil. A taxa de ocupação da carreira é de 83,63%. Existem escolas militares especializadas na formação destes profissionais. Elas preparam engenheiros, aviadores, especialistas em ciências militares e náuticas com cursos que duram entre três a cinco anos.

10 – Computação

A média salarial nacional dos profissionais desta área é a menor, entre as dez carreiras do ranking: R$ 2,8 mil. Mas pesquisas recentes sobre mercado de trabalho apontam que os profissionais formados em Computação têm vasto campo de atuação e os cargos apresentam rápida valorização. A jornada semanal de trabalho é de 40,7 horas, em média. A taxa de ocupação é alta, 89,6%, e a cobertura previdenciária é de 90,5%.

Fonte: IPEA, dados de 2013. Média salarial nacional considera a remuneração de profissionais em vários estágios da carreira, desde iniciantes até aposentados. A média salarial não inclui benefícios, bônus e remuneração extra.

 

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Você pretende seguir alguma destas carreiras? Qual? Conte para a gente aqui nos comentários!

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