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Os 10 melhores cursos de Economia do Brasil – 2017

De faculdades privadas a universidades federais, veja quais são as melhores opções para estudar Economia no país!

O economista deve entender tudo sobre os modos de produção e as trocas de bens e serviços. Para exercer a profissão, é obrigatório fazer um curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).

As melhores oportunidades estão no mercado financeiro e de capitais, mas há muitas outras áreas de trabalho para o economista, como a ambiental, a agroindustrial e a internacional. Tudo começa, é claro, com uma boa faculdade!

Quem quiser se destacar pode buscar, entre as instituições reconhecidas, aquelas que obtiveram maior pontuação na avaliação do MEC. Fomos atrás dessa informação e fizemos uma lista com os melhores cursos de Economia do Brasil em 2017.

Acompanhe nosso ranking, saiba como foi feita a classificação e veja mais informações sobre a profissão e o curso!

Como foi feito ranking de melhores faculdades de Economia

Há centenas de cursos de Economia (ou Ciências Econômicas) autorizados pelo MEC no Brasil. No entanto, a qualidade deles, segundo os parâmetros de avaliação do próprio MEC, não é homogênea.

Vamos entender os critérios usados pelo MEC para avaliar todos os cursos de graduação no Brasil.

Primeiramente, o MEC avalia uma documentação extensa sobre a faculdade – programa do curso, titulação dos professores, infraestrutura disponível, etc. – para definir o Conceito Preliminar do Curso (CPC).

Em seguida, uma equipe de especialistas visita a instituição para verificar a estrutura que o curso oferece. Nesta etapa, são analisadas tanto a infraestrutura física (salas de aula, bibliotecas, recursos audiovisuais e tecnológicos, por exemplo) quanto a humana (titulação e currículo dos professores). Eles ficam de olho também em materiais como planos de ensino, proposta pedagógica e grade curricular.

A partir dessa visita e das informações recolhidas, o MEC estabelece o Conceito do Curso (CC).

Outra forma de avaliação considerada pelo MEC é o Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade), aplicado aos alunos de determinado curso. Por meio das notas que os estudantes tiram no Enade, o MEC avalia até que ponto a instituição está sendo efetiva na transmissão de conhecimento aos alunos.

Cada um desses três quesitos (CC, CPC e Enade) tem notas que vão de 1 a 5. A nota 3 é considerada satisfatória, as notas 1 e 2 significam que a instituição não cumpre as exigências de qualidade, e as notas 4 e 5 denotam que a faculdade supera as expectativas.

Melhores cursos de Economia do Brasil em 2017

Agora sim, vamos à lista dos melhores cursos de Economia segundo o MEC. Selecionamos aqui somente as graduações que receberam pelo menos uma nota 5 nos conceitos avaliados pelo MEC.

  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
  • Faculdade Fucape (FUCAPE)
  • Escola Brasileira de Economia e Finanças (EBEF)
  • Faculdade de Economia e Finanças IBMEC (Faculdades IBMEC)
  • Escola de Economia de São Paulo (EESP)
  • FAE Centro Universitário (FAE)
  • Centro Universitário Álvares Penteado (FECAP)
  • Escola Superior de Administração e Gestão Strong
  • Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)
  • Fundação Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)

Outros bons cursos de Economia reconhecidos pelo MEC

Se você não mora perto de alguma das dez melhores faculdades de Economia, não desanime. Há boas opções, reconhecidas pelo MEC, em diversas localidades, inclusive na modalidade a distância.

Confira algumas:

Mercado de trabalho para quem faz Economia

A produção, distribuição e comércio de bens entre pessoas, Estados ou instituições de qualquer porte são os objetos de estudo de um economista.

As variáveis presentes nesse processo são muitas, e por isso o profissional deve estar atento e preparado para perceber e antecipar os movimentos econômicos, assim como para orientar seus clientes ou as empresas para as quais trabalha.

Em seu dia a dia, o economista pode estar focado em uma das tantas áreas das Ciências Econômicas, como a financeira, a legal, a doméstica, a internacional ou a administrativa.

O campo de trabalho para o economista é vasto e promissor. Ele pode atuar tanto em empresas privadas quanto no setor público, em órgãos municipais, estaduais ou federais. Pode ainda trabalhar como autônomo, abrindo o seu próprio escritório de consultoria, ou seguir carreira acadêmica, dando aulas, palestras, publicando artigos e trabalhando com pesquisa.

Exemplos de áreas com boas oportunidades para economistas são o agronegócio e os setores de comércio e serviços, tanto para cuidar do planejamento financeiro quanto para projetar novos negócios.

Sobre o curso de Economia

O curso de Economia está voltado para quem tem uma habilidade especial com cálculos numéricos. Para se dar bem nessa graduação é fundamental também acompanhar artigos especializados, já que o economista tem que estar muito bem informado sobre todos os cenários e movimentações econômicas do mercado para poder fazer suas projeções com um mínimo de risco.

Matérias ligadas à história, sociologia e à evolução das teorias econômicas são uma parte importante das faculdades de Economia.

Estágios obrigatórios costumam fazer parte do curso, assim como a realização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). E, depois de formado, o profissional tem que se inscrever no Conselho Regional de Economia (CORECON) de seu estado para poder exercer a profissão.

Veja também:

Quanto ganha um economista?

Está pensando em fazer o curso de Economia em alguma das faculdades do ranking? Conte para a gente aqui nos comentários!

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