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Conheça a profissão Geoprocessamento

O curso de Geoprocessamento surgiu há pouquíssimo tempo com uma finalidade bem atual, que é atender às grandes organizações e também às demandas de sustentabilidade que os novos projetos necessitam. 

Conheça agora um pouco mais sobre essa profissão, sobre o mercado de trabalho, quanto se ganha, o que e onde estudar! 

Como funciona a profissão de Geoprocessamento 

O profissional de Geoprocessamento está apto para supervisionar, coordenar e executar levantamentos georreferenciados de imóveis urbanos e rurais, por meio do sensoriamento remoto, além de gerenciar o tratamento, a análise e a interpretação desses dados.

O geoprocessador pode ser contratado por empresas e organizações com atuação em geoprocessamento e sensoriamento remoto, mas também pode atuar em empresas de planejamento, desenvolvimento de projetos, assessoramento técnico e consultoria. 

Uma outra opção que o geoprocessador tem é criar a sua própria empresa e se tornar um empreendedor, trabalhando com consultorias para grandes empresas. 

Mercado de trabalho para Geoprocessamento

Por se tratar de uma área considerada nova, com poucos profissionais formados, o mercado de trabalho para o tecnólogo em Geoprocessamento é bastante amplo, principalmente com os grandes incentivos e investimentos para construção civil, demarcações de terra, infraestrutura e instalações industriais.

Este profissional pode atuar em grandes, médias e pequenas organizações relacionadas a diversas áreas (sustentabilidade, saúde, educação, entre outros) e criar a sua própria empresa para atender a todos os públicos.  

Quanto ganha um tecnólogo em Geoprocessamento?

O valor que o tecnólogo em Geoprocessamento vai receber por mês vai variar muito, de acordo com o tipo de organização que ele está trabalhando, o nível de experiência e suas qualificações. 

Para o profissional que está iniciando nesta área, o salário médio costuma ser em torno de R$ 1.900,00. 

Já os profissionais que possuem um pouco mais de experiência podem ser contratados com salários superiores a R$ 2.700,00. 

O salário médio para um tecnólogo em Geoprocessamento, aqui no Brasil, é de R$ 2.300,00. 

O que estudar para ser um geoprocessador? 

Se você se interessou por esta área, saiba que o curso mais comum para atuar como geoprocessador é o de Geografia, porém algumas instituições já oferecem o curso tecnológico de Geoprocessamento. 

O curso tecnológico de Geoprocessamento é bem difícil de encontrar, e a maioria das instituições que oferece esse curso é pública, onde o estudante precisa fazer o Enem e passar por um processo seletivo bastante rigoroso, que é o Sisu, para concorrer a uma vaga. 

A grade curricular do curso de Geoprocessamento é bem ampla, mas com muitas disciplinas relacionadas a cálculo. Confira algumas matérias que compõem esse curso:

  • Cálculo A
  • Álgebra Linear
  • Física
  • Geometria Descritiva 
  • Introdução ao Geoprocessamento 
  • Metodologia da Pesquisa Científica e Produção Textual
  • Algoritmos e Programação 
  • Cartografia 
  • Desenho Técnico 
  • Matemática Aplicada
  • Topografia I 
  • Geomatemática I
  • Geodésia
  • Linguagem de Programação Aplicada
  • Sensoriamento Remoto 
  • Sistema de Informação Geográficas 
  • Topografia II
  • Saúde e Segurança do Trabalho 
  • Lógica Matemática 
  • Interpretação de Imagens

Além de Geografia, uma outra graduação, mais popular, que você pode fazer para atuar com Geoprocessamento é a de Gestão Ambiental. Essa formação é encontrada em diversas faculdades e tem o formato tecnológico, com duração média de dois anos e baixa mensalidade.

Onde estudar?

Como explicamos anteriormente, o curso tecnológico de Geoprocessamento é bem difícil de encontrar, pois trata-se de um novo tipo de formação.

Veja algumas opções de faculdades que oferecem o curso de Geoprocessamento:

  • Instituto Federal da Paraíba 
  • Instituto Federal do Piauí 
  • Instituto Federal de Santa Maria 
  • Instituto Federal de Pelotão

Como também explicamos, duas ótimas opções de graduações para atuar com Geoprocessamento é: Geografia e Gestão Ambiental. 

A boa notícia é que ambos os cursos são encontrados mais facilmente, são mais simples de ingressar e ainda são bem em conta, com mensalidades baixíssimas. Além de ser encontrados nas modalidades presencial e a distância.

Para te dar uma ajudinha, separamos algumas faculdades autorizadas pelo MEC, que oferecem esses cursos e também dispõem de programas de bolsas de estudo, descontos e financiamentos próprios, sem burocracia para os seus novos alunos, confira: 

Veja mais:

Geografia: Curso, Carreira e Mercado de Trabalho  

Tudo sobre o curso de Gestão Ambiental  

Já sabe qual curso vai fazer? Conte para a gente aqui nos comentários!

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