Exemplos de redações nota 1000 do ENEM para você se inspirar

Fomos pesquisar as melhores redações do Enem dos últimos anos e, de quebra, vamos dar dicas de como você arrasar na sua!

Redação Enem

Das cinco provas do Enem, a redação é a que causa maior rebuliço. O tema só é revelado no dia e os candidatos têm cerca de uma hora para ler o enunciado, entender o assunto corretamente, desenvolver o texto no modelo dissertativo-argumentativo e passar a limpo para a folha final.

Quem consegue cumprir a missão com sucesso, no entanto, ganha uma bela vantagem. A redação do Enem vale de 0 a 1.000, pontuação que faz a maior diferença nos concorridos processos seletivos que usam a nota do Exame.

Ao contrário do que muita gente pensa, tirar nota máxima na redação do Enem não é impossível. Com atenção, estudo e treino dá para chegar lá. E para provar isso, trouxemos exemplos que receberam nota 1.000 dos avaliadores do Enem. Vamos contar o que elas têm em comum, o que é preciso fazer para chegar lá e por que é tão importante se dar bem nessa prova. Confira!

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O que é preciso fazer para tirar nota 1.000 na redação do Enem?

A redação do Enem é corrigida de acordo com cinco critérios, cada um valendo de 0 a 200 pontos. Para obter nota máxima, você precisa:

  • Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa
  • Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa
  • Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
  • Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
  • Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos

Como fazer para tirar nota 1.000 na redação do Enem?

É claro que ninguém aprende essas habilidades de uma hora para a outra, mas dá para melhorar, e muito, o seu desempenho seguindo algumas dicas:

1. Redações nota 1.000 em outras edições do Enem

Analise atentamente as redações que tiraram nota 1.000 nas últimas edições do Enem (apresentamos alguns exemplos a seguir).

2. Treine com os temas dos anos anteriores

Pegue as provas anteriores do Enem e pratique a redação no modelo dissertativo-argumentativo. Resumidamente, ele tem uma introdução com seu ponto de vista ou tese sobre o problema, um desenvolvimento com argumentos que embasam essa tese (fatos, dados históricos, estatísticas, etc.) e uma conclusão com proposta de intervenção social para o problema, respeitando os direitos humanos.

3. Baixe guias de redação para estudar

Baixe o Guia de Redação elaborado pelo MEC. Em toda edição do Enem eles divulgam um manual. Ali também costumam apresentar exemplos de redação nota 1.000, com os comentários dos avaliadores.

4. Leia o edital do Enem

Consulte o edital do Enem para entender os motivos que resultam em zero na redação. Zerar nessa prova significa ficar de fora dos principais processos seletivos que usam a nota do Exame.

5. Pratique a leitura e esteja por dentro dos assuntos atuais

Leia muito, principalmente sobre assuntos que impactam a sociedade brasileira. Para você ter uma ideia, nos últimos anos os temas de redação foram Lei Seca, publicidade infantil, violência contra a mulher e intolerância religiosa. Pegou o espírito da coisa?

6. Treine, treine e treine!

Pratique a redação. Primeiro, concentre-se em desenvolver o modelo pedido no Enem. Depois, quando já tiver mais segurança, procure fazer a redação e passá-la a limpo com o cronômetro ligado. A meta é fazer tudo dentro do prazo de uma hora (o mesmo tempo que você terá no dia do Enem).

Exemplos de redação nota 1.000 do Enem

Selecionamos cinco textos que receberam nota máxima no Enem. Em comum, eles cumprem com louvor as cinco competências avaliadas.

Você vai perceber um ou outro errinho. Isso prova que, mais do que uma ortografia perfeita e as vírgulas colocadas no lugar certo, o que o Enem quer avaliar é a sua capacidade de se expressar, usar seu repertório, concatenar ideias e propor soluções para problemas complexos respeitando os direitos humanos. Claro que é importante buscar escrever um português perfeito. Porém, não é uma escorregadinha aqui ou ali que vai diminuir a sua nota.

As redações a seguir foram retiradas do Guia do Participante – Cartilha de Redação do Enem, que tem comentários sobre o desempenho de vários textos nota 1.000.

Em comum, eles apresentam algumas características. Veja se você consegue identificá-las:

  • Excelente domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa
  • Estruturação em parágrafos organizados e bem articulados entre si
  • Argumentação consistente e fundamentada
  • Domínio do texto dissertativo-argumentativo
  • Competência em selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos e argumentos em defesa de um ponto de vista
  • Repertório diversificado de recursos coesivos, que concatenam as informações apresentadas
  • O tema é desenvolvido de forma coerente, os argumentos selecionados são consistentes e a conclusão é relacionada ao ponto de vista adotado
  • A proposta de intervenção social respeita os direitos humanos

Conheça agora cinco exemplos de redação nota 1.000 do Enem, organizadas por ano/tema.

Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil

Sucesso absoluto

Historicamente causadores de inúmeras vítimas, os acidentes de trânsito vêm ocorrendo com frequência cada vez menor, no Brasil. Essa redução se deve, principalmente, à implantação da Lei Seca ao longo de todo o território nacional, diminuindo a quantidade de motoristas que dirigem após terem ingerido bebida alcoólica . A maior fiscalização, aliada à imposição de rígidos limites e à conscientização da população, permitiu que tal alteração fosse possível .

As estatísticas explicitam a queda brusca na ocorrência de óbitos decorrentes de acidentes de trânsito depois da entrada da Lei Seca em vigor. A proibição absoluta do consumo de álcool antes de se dirigir e a existência de diversos pontos de fiscalização espalhados pelo país tornaram menores as tentativas de burlar o sistema. Dessa forma, em vez de fugirem dos bafômetros e dos policiais, os motoristas deixam de beber e, com isso, mantêm-se aptos a dirigir sem que transgridam a lei.

Outro aspecto de suma relevância para essa mudança foi a definição de limites extremamente baixos para o nível de álcool no sangue, próximos de zero. Isso fez com que acaba e a crença de que um copo não causa qualquer diferença nos reflexos e nas reações do indivíduo e que, portanto, não haveria problema em consumir doses pequenas. A capacidade de julgamento de cada pessoa, outrora usada como teste, passou a não mais sê-lo e, logo, todos têm que respeitar os mesmos índices independentemente do que consideram certo para si.

Entretanto, nenhuma melhoria seria possível sem a realização de um amplo programa de conscientização. A veiculação de diversas propagandas do governo que alertavam sobre os perigos da direção sob qualquer estado de embriaguez foi importantíssima na percepção individual das mudanças necessárias. Isso fez com que cada pessoa passa e a saber os riscos que infligia a si e a todos à sua volta quando bebia e dirigia, amenizando a obrigatoriedade de haver um controle severo das forças policiais.

É inegável a eficiência da Lei Seca em todas as suas propostas, formando uma geração mais consciente e protegendo os cidadãos brasileiros. Para torná-la ainda mais eficaz, uma ação válida seria o incremento da frota de transportes coletivos em todo o país, especialmente a noite, para que cada um consuma o que deseja e volte para casa em segurança. Além disso, durante um breve período, a fiscalização poderia ser fortalecida, buscando convencer motoristas que ainda tentam burlar o Estado. O panorama atual já é extremamente animador e as projeções, ainda melhores, porém apenas com a ação conjunta de povo e governo será alcançada a perfeição. Paulo Henrique Matta

Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil

Desde o início da expansão da rede dos meios de comunicação no Brasil , em especial o rádio e a televisão, a mídia publicitária tem veiculado propagandas destinadas ao público infantil , mesmo que os produtos ou serviços anunciados não sejam destinados a este. Na década de 1970, por exemplo, era transmitida no rádio a propaganda de um banco utilizando personagens folclóricos, chamando a atenção das crianças que, assim, persuadiam os pais a consumir.

E? sabido que, no período da infância, o ser humano ainda não desenvolveu claramente seu senso crítico, e assim é facilmente influenciado por personagens de desenhos animados, filmes, gibis, ou simplesmente pela combinação de sons e cores de que a publicidade dispõe. Os adolescentes também são alvo, numa fase em que o consumo pode ser sinônimo de autoafirmação. Ciente deste fato, a mídia cria os mais diversos produtos fazendo uso desses atributos, como brindes em lanches, produtos de higiene com imagens de personagens e até mesmo utilizando atores e modelos mirins nos comerciais.

Muitos pais têm então se queixado do comportamento consumista de seus filhos, apelando para organizações de defesa dos direitos da criança e do adolescente . Em abril de 2014, foi aprovada uma resolução que julga abusiva essa publicidade infantil , gerando conflitos entre as empresas, organizações publicitárias e os defensores dos direitos deste público-alvo. Entretanto, tal resolução configura um importante passo dado pelo Brasil com relação ao marketing infantil . Alguns países cujo índice de escolaridade é maior que o brasileiro já possuem legislação que limita os conteúdos e horários de exibição dos comerciais destinados às crianças. Outros, como a Noruega, proíbem completamente qualquer publicidade infantil.

A legislação brasileira necessita, portanto, continuar a romper com as barreiras impostas pela indústria publicitária, a fim de garantir que o público supracitado não seja alvo de interesses comerciais por sua inocência e fácil persuasão. No âmbito educacional , as escolas devem auxiliar na formação de cidadãos com discernimento e capacidade crítica. Desta forma, é importante que sejam ensinados e discutidos nas salas de aula os conceitos de cidadania, consumismo, publicidade e etc., adequando-os a cada faixa etária. Gabriela Costa

Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira

Permeada pela desigualdade de gênero, a história brasileira deixa clara a posição inferior imposta a todas as mulheres. Essas, mesmo após a conquista do acesso ao voto, ensino e trabalho negado por séculos, permanecem vítimas da violência, uma realidade que ceifa vidas e as priva do direito a terem sua integridade física e moral protegida.

O machismo e a misoginia são promovidos pela própria sociedade. Meninas são ensinadas a aceitar a submissão ao posicionamento masculino, ainda que estejam inclusas agressões e violência , do abuso psicológico ao sexual. Os meninos, por sua vez, têm seu caráter construído a medida que absorvem valores patriarcais e abusivos, os quais serão repetidos em suas condutas ulteriores.

Um dos conceitos filosóficos de Francis Bacon, que declara o comportamento humano como contagioso, se aplica perfeitamente à situação. A violência de gênero, conforme permanece a ser reproduzida, torna-se enraizada e frequente. Concomitantemente, a voz das mulheres e silenciada e suas manifestações são reprimidas, o que favorece o mantimento das atitudes misóginas.

O ensino veta todo e qualquer tipo de instrução a respeito do feminismo e da igualdade de gênero e contribui com a perpetuação da ignorância e do consequente preconceito. Ademais, os veículos de comunicação pouco abordam a temática, enquanto o Estado colabora com a Lei Maria da Penha, nem sempre eficaz, e com unidades da Delegacia da Mulher, em número insuficiente.

Entende-se, diante do exposto, a real necessidade de ações governamentais que garantam que a lei puna todos os tipos de violência , além da instalação de delegacias específicas em áreas necessitadas. Cabe à sociedade, em parceria com a mídia e com as escolas, instruções sobre igualdade de gênero e campanhas de oposição à violência contra as mulheres. Essas, por m, devem permanecer unidas, através do feminismo, em busca da garantia de seus direitos básicos e seu bem-estar social. Julia Pereira

Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil

Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o acesso à cultura como direito de todos os cidadãos, percebe-se que, na atual realidade brasileira, não há o cumprimento dessa garantia, principalmente no que diz respeito ao cinema. Isso acontece devido à concentração de salas de cinema nos grandes centros urbanos e à concepção cultural de que a arte direcionada aos mais favorecidos economicamente. 

É relevante abordar, primeiramente, que as cidades brasileiras foram construídas sobre um viés elitista e segregacionista, de modo que os centros culturais estão, em sua maioria, restritos ao espaço ocupado pelos detentores do poder econômico. Essa dinâmica não foi diferente com a chegada do cinema, já que apenas 17% da população do país frequenta os centros culturais em questão. Nesse sentido, observa-se que a segregação social – evidenciada como uma característica da sociedade brasileira, por Sérgio Buarque de Holanda, no livro “Raízes do Brasil” – se faz presente até os dias atuais, por privar a população das periferias do acesso à cultura e ao lazer que são proporcionados pelo cinema. 

Paralelo a isso, vale também ressaltar que a concepção cultural de que a arte não abrange a população de baixa renda é um fato limitante para que haja a democratização plena da cultura e, portanto, do cinema. Isso é retratado no livro “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus, o qual ilustra o triste cotidiano que uma família em condição de miserabilidade vive, e, assim, mostra como o acesso a centros culturais é uma perspectiva distante de sua realidade, não necessariamente pela distância física, mas pela ideia de pertencimento a esses espaços. 

Dessa forma, pode-se perceber que o debate acerca da democratização do cinema é imprescindível para a construção de uma sociedade mais igualitária. Nessa lógica, é imperativo que o Ministério da Economia destine verbas para a construção de salas de cinema, de baixo custo ou gratuitas, nas periferias brasileiras por meio da inclusão desse objetivo na Lei de Diretrizes Orçamentárias, com o intuito de descentralizar o acesso à arte. Além disso, cabe às instituições de ensino promover passeios aos cinemas locais, desde o início da vida escolar das crianças, medianta autorização e contribuição dos responsáveis, a fim de desconstruir a ideia de elitização da cultura, sobretudo em regiões carentes. Feito isso, a sociedade brasileira poderá caminhar para a completude da democracia no âmbito cultural. Ana Clara Socha

Enem 2020: O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira

No filme estadunidense “Joker”, estrelado por Joaquin Phoenix, é retratado a vida de Arthur Fleck, um homem que, em virtude de sua doença mental, é esquecido e discriminado pela sociedade, acarretando, inclusive, piora no seu quadro clínico. Assim como na obra cinematográfica abordada, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, devido a conceitos preconceituosos perpetuados ao longo da história humana, há um estigma relacionado aos transtornos mentais, uma vez que os indivíduos que sofrem dessas condições são marginalizados. Ademais, é precisa salientar, ainda, que a sociedade atual carece de informações a respeito de tal assunto, o que gera um estranhamento em torno da questão.

Em primeiro lugar, faz-se necessário mencionar o período da Idade Média, na Europa, em que os doentes mentais eram vistos como seres demoníacos, já que, naquela época, não havia estudos acerca dessa temática e, consequentemente, ideias absurdas eram disseminadas como verdades. É perceptível, então, que exista uma raiz histórica para o estigma atual vivenciado por pessoas que têm transtornos mentais, ocasionando um intenso preconceito e exclusão. Outrossim, não se pode esquecer que, graças aos fatos supracitados, tais indivíduos recebem rótulos mentirosos como, por exemplo, o estereótipo de que todos que possuem problema psicológicos são incapazes de manter relacionamentos saudáveis, ou seja, não conseguem interagir com outros seres humanos de forma plena. Fica claro, que as doenças mentais são tratadas de forma equivocada, ferindo a dignidade de toda a população.

Em segundo lugar, ressalta-se que há, no Brasil, uma evidente falta de informações sobre os transtornos mentais, fomentando grande preconceito estranhamento com essas doenças. Nesse sentido, é lícito referenciar o filósofo grego Platão, que em sua obra “A República”, narrou o intitulado “Mito da Caverna”, no qual homens, acorrentados em uma caverna, viam somente sombras na parede, acreditando, portanto, que aquilo era a realidade das coisas. Dessa forma, é notório, que, em em situação análoga à metáfora abordada, os brasileiros, sem acesso aos conhecimentos acerca dos transtornos mentais, vivem na escuridão, isto é, ignorância disseminando atitudes preconceituosas. Logo, é evidente a grande importância das informações, haja vista que a falta delas aumenta o estigma relaciado às doenças mentais, prejudicando a qualidade de vida das pessoas que sofrem com tais transtornos.

Destarte, medidas são necessárias para resolver os problemas discutidos. Isto posto, cabe à escola, forte ferramenta de formação de opinião, realizar rodas de conversa com os alunos sobre a problemática do preconceito com os transtornos mentais, além de trazer informações científicas sobre tal questão. Esse ação pode se concretizar por meio da atuação de psiquiatras e professores de soicologia, estes irão desconstruir a visão discriminatória dos estudantes, enquanto que aqueles irão mostrar dados/informações relevantes sobre as doenças psiquiátricas. Espera-se, com essa medida, que o estigma associado às doenças mentais seja paulatinamente erradicado. Adrielly Clara Enriques Dias

Por que é importante tirar uma nota boa na redação do Enem?

Uma boa redação pode ser determinante para você conquistar aquela vaga na universidade pública, conseguir bolsa de estudos, financiamento e até descontos na mensalidade, sabia?

Além disso, é o primeiro critério de desempate nos programas federais Sisu (que distribui vagas em universidades públicas), ProUni (que oferece bolsas de estudos) e FIES (que concede financiamento a juros baixos). Em algumas faculdades, como a Cruzeiro do Sul, a Unifran e a Unicid, quem apresenta uma boa nota geral do Enem pode conseguir descontos de 10 a 100% da mensalidade. Já pensou que maravilha poder estudar sem pagar nada só porque foi bem no exame?

Selecionamos a seguir algumas faculdades reconhecidas e bem avaliadas pelo MEC onde você pode brilhar com sua nota da redação do Enem. Todas elas participam do ProUni e do FIES, além de terem programas próprios de descontos, convênios, bolsas e financiamentos.

Vale a pena dar uma olhada:

Se você não fez ou não vai fazer o Enem, as faculdades acima não cobram necessariamente que os alunos ingressantes façam a prova. Existem outras formas de ingresso. Você pode também conferir a lista de cursos e faculdades do Guia da Carreira para decidir onde fazer a sua graduação.

Veja também:

8 formas de começar a redação do Enem

O que achou dos exemplos de redação nota 1.000? Algum dos textos inspirou você? Conte para a gente aqui nos comentários!

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